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Como o médico faz o diagnóstico?

 

O diagnóstico da causa da surdez é feito através da história

 

do paciente, exame do ouvido e testes para determinar o

 

tipo de surdez. Exames com equipamento especial podem

 

ser necessários para avaliar a audição, sendo a audiometria

 

o mais importante. Quando a tontura está associada,

 

investiga-se o labirinto e o sistema nervoso central. A

 

ressonância magnética pode ser necessária quando há

 

suspeita de tumor.

 

 

Como a surdez evolui?

 

A evolução da surdez depende da causa e da intensidade da

 

lesão. Por exemplo, se houver uma perda auditiva devido a

 

uma exposição a ruídos, acima do limite tolerável (75

 

decibéis), a audição pode retornar ao normal em 24 horas.

 

Entretanto, se essa exposição for repetitiva, a lesão causada

 

no ouvido interno poderá ser definitiva e a surdez, portanto,

 

será irreversível. Na presbiacusia (surdez do idoso) e na

 

perda auditiva por medicamentos de uso contínuo, a

 

surdez, em geral, aumenta gradativamente.

 

 

 

Como é o tratamento?

 

Depende da avaliação do médico e do tipo de lesão. Podem

 

ser através de retirada de acúmulo de cera no canal do

 

ouvido, aparelhos, cirurgias e inúmeros outros métodos de

 

tratamento.

 

Como se previne?

 

No caso de pessoas que trabalham expostas

 

a muito barulho, o uso de protetores

 

auriculares (do ouvido), abafadores ou

 

outro equipamento que diminua o ruído é

 

recomendado.

 

Cuidado médico pré-natal previne possível surdez na

 

criança que vai nascer. Doenças como rubéola, sífilis e

 

toxoplasmose na gestante são exemplos de doenças que

 

podem causar surdez e outras anomalias. Toda mulher,

 

especialmente dos 15 aos 35 anos, deve vacinar-se contra a

 

rubéola. A vacinação é simples e altamente eficaz. Cuidado

 

deve haver também com remédios tóxicos ao ouvido da

 

criança e que são administrados na gestante.

 

 

 

 

 

Após o nascimento a audição da criança pode ficar

 

comprometida por certas doenças infecciosas como

 

meningite, caxumba ou sarampo, contra as quais existe

 

vacinação eficaz. Cuidado com alguns remédios,

 

especialmente certos antibióticos que podem ser

 

ototóxicos (prejudicial à audição).

 

 

Com os progressos da ciência e tecnologia o diagnóstico

 

de surdez numa criança pode ser feito desde o nascimento.

 

Se há suspeita, a consulta médica deve ser imediata.

 

O tratamento na criança surda deve ser iniciado cedo, já

 

nos primeiros meses. Quanto antes for iniciado o trabalho

 

de habilitação na criança surda, pelos profissionais e pelos

 

pais, maior será o aproveitamento na aquisição da

 

linguagem.

 

 

 

 

Maiores informações no departamento médico do sindicato.

Tel. 3329-6313

 

   

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